| O presidente americano, Barack Obama, anunciou em pronunciamento que vai acelerar a retirada de soldados. |
Apenas duas horas depois de o presidente Barack Obama anunciar, em Washington, a saída de um terço das tropas americanas do Afeganistão até Setembro de 2012, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, informou que a França também vai retirar progressivamente os 4 mil soldados franceses enviados ao território afegão. Os anúncios acontecem a um ano das eleições presidenciais nos dois países.
O comunicado da presidência francesa, divulgado na manhã de hoje, afirma que a França faz a mesma análise que o aliado americano sobre a situação naquele país. "Diante dos progressos realizados no Afeganistão, a França se compromete a retirar suas tropas, na mesma proporção" que os soldados americanos e seguindo o mesmo calendário fixado pelos Estados Unidos, diz o texto do Palácio do Eliseu.
Sarkozy e Obama são candidatos nos seus países à reeleição presidencial no ano que vem.
O francês passa pelo teste das urnas em Abril de 2012, enquanto que Obama tem até Novembro para conquistar o eleitorado americano. Já em campanha, a lógica dos dois candidatos-presidentes é demonstrar que eles estão atentos à opinião pública, maioritariamente contrária nos dois países à guerra e à ocupação do Afeganistão.
O santo Obama ?
Barack Obama optou pela uma retirada maciça dos soldados americanos, na contra-mão do que recomendava o alto escalão militar, inclusive o secretário da Defesa, Robert Gates. Esta saída acelerada reflecte o aumento das pressões políticas e económicas que o presidente enfrenta dentro do país, por causa, principalmente, do déficit recorde de US$ 1,5 trilião, uma economia ainda enfraquecida e uma oposição crescente do Congresso e da opinião pública.
Assim, 33 mil soldados americanos deverão deixar o solo afegão até Setembro de 2012; 10 mil voltam para casa até o final do ano.
Há 18 meses, presidente americano havia anunciado o envio de mais 30 mil soldados americanos para o Afeganistão. A justificativa na época era o aumento da violência em solo afegão e paquistanês e o perigo de a Al Qaeda e do Talibã voltarem a dominar a região.
Ontem, Obama voltou a público para anunciar que as tropas adicionais podem retornar para casa, já que o objectivo foi alcançado: a Al Qaeda está sob maior pressão desde os atentados de 11 de Setembro, mais da metade dos líderes da rede terrorista foram eliminados e Osama Bin Laden está morto. “As informações que nós encontramos na casa de Bin Laden mostram que a Al Qaeda está em enorme tensão”, afirmou.
Diante deste cenário, o presidente lembrou que na última década mais de US$ 1 trilião foram gastos nas guerras do Afeganistão e do Iraque e disse que agora é hora de investir no povo americano.
“América, é hora de focar na construção da nação aqui em casa” disse ele, Depois de ganho as eleições prometendo a retirada das tropas do Iraque e que fecharia a prisão do Guantanamo Bay, no final vimos fumo. Nunca cumpriu o que prometera. Os africanos que festejaram a sua eleição como a vinda de um Messias, aprenderam a não contar com ele, até mesmo no Quénia de onde é o seu pai, não foi capaz ajudar ao estabelecimento de uma situação de paz douradora. O seu desinteresse pelos assuntos africanos é uma boa lição para todos aqueles que acharam que um homem politico sem experiência nenhuma poderia mudar o mundo, nem os estados unidos ele consegue mudar, a sua politica é ilidível, ele nem consegue ser um verdadeiro líder para o partido democrata que perdeu todas eleições de "Mid-Term". A sua ambição é pessoal, salvar o seu mandato é a sua ultima prioridade, mas para conseguir vai precisar desta vez de ser mais do que um simples ilusionista, vai ter que ser um "Santo para fazer milagres", pois os americanos já não caem mais nos seus truques, alias nem os americanos e nem todos que pensavam que a promessa de "mudar tudo em Washington DC" era séria, o seu falhanço é fruto da falta de maturidade politica, Barack Obama é para mim um grande orador, é bom em marketing, mas quando faço uma análise profunda do seu mandato fico simplesmente "desiludido".
Sarkozy e Obama são candidatos nos seus países à reeleição presidencial no ano que vem.
O francês passa pelo teste das urnas em Abril de 2012, enquanto que Obama tem até Novembro para conquistar o eleitorado americano. Já em campanha, a lógica dos dois candidatos-presidentes é demonstrar que eles estão atentos à opinião pública, maioritariamente contrária nos dois países à guerra e à ocupação do Afeganistão.
O restante das tropas americanas, cerca de 67 mil soldados, devem deixar o Afeganistão em ritmo estável, conforme as forças de segurança afegãs forem assumindo a liderança. O presidente pretende concluir a transição de uma missão de combate para uma missão de apoio até 2014 e a partir daí as forças afegãs deverão ser responsáveis pela segurança do país.
Após a decisão da França, a tendência é que outros países europeus façam o mesmo, ainda que as condições em que o governo afegão vai assumir a segurança interna do país seja uma incógnita, já que a rebelião talibã dá sinais de resistência.
O santo Obama ?
Barack Obama optou pela uma retirada maciça dos soldados americanos, na contra-mão do que recomendava o alto escalão militar, inclusive o secretário da Defesa, Robert Gates. Esta saída acelerada reflecte o aumento das pressões políticas e económicas que o presidente enfrenta dentro do país, por causa, principalmente, do déficit recorde de US$ 1,5 trilião, uma economia ainda enfraquecida e uma oposição crescente do Congresso e da opinião pública.
Assim, 33 mil soldados americanos deverão deixar o solo afegão até Setembro de 2012; 10 mil voltam para casa até o final do ano.
Há 18 meses, presidente americano havia anunciado o envio de mais 30 mil soldados americanos para o Afeganistão. A justificativa na época era o aumento da violência em solo afegão e paquistanês e o perigo de a Al Qaeda e do Talibã voltarem a dominar a região.
Ontem, Obama voltou a público para anunciar que as tropas adicionais podem retornar para casa, já que o objectivo foi alcançado: a Al Qaeda está sob maior pressão desde os atentados de 11 de Setembro, mais da metade dos líderes da rede terrorista foram eliminados e Osama Bin Laden está morto. “As informações que nós encontramos na casa de Bin Laden mostram que a Al Qaeda está em enorme tensão”, afirmou.
Diante deste cenário, o presidente lembrou que na última década mais de US$ 1 trilião foram gastos nas guerras do Afeganistão e do Iraque e disse que agora é hora de investir no povo americano.
“América, é hora de focar na construção da nação aqui em casa” disse ele, Depois de ganho as eleições prometendo a retirada das tropas do Iraque e que fecharia a prisão do Guantanamo Bay, no final vimos fumo. Nunca cumpriu o que prometera. Os africanos que festejaram a sua eleição como a vinda de um Messias, aprenderam a não contar com ele, até mesmo no Quénia de onde é o seu pai, não foi capaz ajudar ao estabelecimento de uma situação de paz douradora. O seu desinteresse pelos assuntos africanos é uma boa lição para todos aqueles que acharam que um homem politico sem experiência nenhuma poderia mudar o mundo, nem os estados unidos ele consegue mudar, a sua politica é ilidível, ele nem consegue ser um verdadeiro líder para o partido democrata que perdeu todas eleições de "Mid-Term". A sua ambição é pessoal, salvar o seu mandato é a sua ultima prioridade, mas para conseguir vai precisar desta vez de ser mais do que um simples ilusionista, vai ter que ser um "Santo para fazer milagres", pois os americanos já não caem mais nos seus truques, alias nem os americanos e nem todos que pensavam que a promessa de "mudar tudo em Washington DC" era séria, o seu falhanço é fruto da falta de maturidade politica, Barack Obama é para mim um grande orador, é bom em marketing, mas quando faço uma análise profunda do seu mandato fico simplesmente "desiludido".


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