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| Aeroporto Internacional de Abidjan |
Contactados pelos órgãos de comunicações locais, os responsáveis da embaixada da Guiné Bissau em Abidjan não aceitaram comentar tais informações.
Para já o governo guineense diz que só sabe o que vem na imprensa internacional, nomeadamente nos jornais marfinenses e na Internet. Algumas figuras próximas do ex-presidente da Côte d'Ivoire Laurent Gbagbo, também estariam a utilizar passaportes diplomáticos da Guiné-Bissau fornecidos pela embaixada angolana na Côte d'Ivoire.
A notícia foi avançada pelo jornal marfinense "Le Patriote", citando fontes próximas ao actual governo do presidente Alassane Outaara. Segundo aquele jornal seriam 85 militares angolanos e figuras ligadas a Laurent Gbagbo as pessoas detentoras de passaportes da Guiné-Bissau, e que agora estariam a usar esses documentos para saírem da Côte d'Ivoire em direcção de outros países. Por outro lado as negociações continuam entre Angola e as autoridades Francesas e da Côte d'Ivoire para a libertação dos militares angolanos detidos no momento do assalto à residência presidencial na semana passada.
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| imagens de militares angolanos presos na Costa do Marfim |
Fernando Gomes Dias, Secretario de Estado das Comunidades guineenses, explicou que os emigrantes guineenses que se encontram na Líbia estão a ser repatriados pela Organização Internacional das Migrações, via Tunísia.
O governante afirmou que o problema tem sido o facto desses emigrantes estarem sem qualquer identificação, situação que tem dificultado o seu transporte para o país.
Fernando Dias disse ainda que existem guineenses na Costa do Marfim e no Burkina Faso, todos eles estudantes, mas eles ainda não pediram para serem repatriados, e que o seu governo não tem nenhum conhecimento sobre esses guineenses que estariam à utilizar passaportes diplomáticos.



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