Powered By Blogger

8 de abr. de 2011

The Worst of the Worst / Os Piores dos Piores Part II

Ditadores: Os piores dos piores líderes do mundo

Enquanto vivem na riqueza, às vezes em palácios, os seus compatriotas sofrem com vários problemas: doenças, tortura, fome, miséria e falta de liberdade de expressão. Muitos estão há décadas no poder e não pensam em passar a faixa para outro presidente. Só pensam em seus negócios e em massacrar a oposição e a democracia.







O Presidente da Bielorrússia  Alexander Lukashenko          
É o chefe de Estado da Bielorrússia. O cargo foi criado em 1994, com a aprovação da Constituição da Bielorrússia pelo Soviete Supremo, substituindo o cargo de Presidente do Soviete Supremo na função. Entre as tarefas do presidente estão executar as políticas doméstica e externa, defender os direitos e o bem-estar dos cidadãos e residentes no país, e defender a constituição. O presidente recebe da constituição o mandato para servir como líder nos assuntos sociais do país, e agir como seu principal representante no exterior. Os deveres, responsabilidades, bem como outras cláusulas transicionais que estão relacionadas à presidência, estão listadas nos artigos 79 a 89 do terceiro capítulo da constituição.
O mandato do presidente é de cinco anos, porém devido a um referendo realizado em 1996, a eleição que deveria ter ocorrido em 1999 foi adiada para 2001. Sob a constituição de 1994, o presidente podia apenas servir dois mandatos como presidente, porém depois de uma alteração na constituição estas limitações ao mandato foram eliminadas. Ao longo da existência do cargo, três eleições já foram realizadas, em 1994, 2001 e 2006. A próxima eleição está agendada para 19 de dezembro de 2010. Alexander Lukashenko foi a única pessoa a servir como presidente desde a primeira eleição, em 1994.










055

 KING(REI)  MSWATI III da Suazilândia       

“Uma escola pública tradicional forte em uma locação maravilhosa”, diz a respeito do Colégio Sherborne o Guia das Melhores Escolas . “Oferece um ambiente revigorante, intelectualmente sólido e multi-facetado.” Talvez em alguma homenagem em algum ginásio esteja o nome do Rei Mswati III, ex-aluno. Como todos os melhores ditadores, ele teve educação britânica, mas parece que Biologia era uma disciplina optativa em Sherborne, porque em 2000 o jovem Rei anunciou em um debate no parlamento que os portadores de AIDS (cerca de um terço da população de Suazilândia) deveria ser “esterilizada e marcada”. Não muito tempo depois, ele invocou um antigo ritual, banindo o sexo para mulheres com menos de 50 anos no reino por um período de cinco anos. Na verdade “debate no parlamento” talvez seja um exagero, pois Mswati é, evidentemente, um monarca absoluto. Mas ainda existe uma espécie de assembléia pública de chefes locais onde ainda ocorrem debates.
Certamente, no que diz respeito aos direitos do próprio Rei, “absoluto” é o termo correto. Em 2002, ele foi timidamente criticado por sequestrar sua futura noiva. Zena Mahlangu, uma colegial, foi pega no caminho da escola para casa, levada ao kraal real, e sumariamente comunicada que se tornaria a décima esposa de Mswati, quando sua mãe ainda procurava nas ruas por sua filha desaparecida. Ele adquiriu desde então mais quatro esposas (outras três o abandonaram, fugindo para a África do Sul). A maioria se casa entre 12 e 16 anos de idade, mas Mswati ainda vai ter que suar para atingir a marca de seu pai: o falecido Sobhuza II, que tinha mais de 70 esposas quando morreu, e que dizem ter gerado cerca de 1000 netos.
Pelo menos ele é alvo de alguma crítica. Quando ele comprou um automóvel de luxo Maybach de meio milhão de dólares num país onde 70% da população vive com menos de um dólar por dia, a atenção da imprensa internacional que se seguiu o levou a fazer a coisa mais decente a ser feita: proibir fotos de seus carros.




                                        
DENIS SASSOU NGUESSO do Congo


Para além de ser um dos presidentes com mais anos no poder e um dos mais corruptos, diz-se que se teria aproximado ao longo dos anos da maçonaria que os franceses fizeram chegar tanto a Abidjan como a Lomé, a Libreville e a Brazzaville.


Nelson Mandela negou ter escrito um prefácio atribuído a ele do livro do presidente da República do Congo, Denis Sassou-Nguesso, e ameaçou tomar "medidas apropriadas".

"A Fundação Nelson Mandela tomou conhecimento de que um livro de Denis Sassou-Nguesso, presidente da República do Congo, afirma ter um prefácio escrito por Nelson Mandela", disse a fundação em comunicado à imprensa. "Essa é uma alegação falsa. Mandela não leu o livro nem escreveu um prefácio para ele".

O livro "Straight Speaking for Africa" foi publicado pela Africa World Press.

"Condenamos esse abuso descarado do nome de Mandela. Vamos tomar as medidas cabíveis", disse a fundação.

Pelo prefácio do livro, Mandela teria dito que Sassou-Nguesso é um dos grandes líderes da África que trabalharam incansavelmente para libertar povos oprimidos dos grilhões que os prendiam.
Não houve reação imediata do gabinete de Sassou-Nguesso.
Nelson Mandela, de 91 anos, foi encarcerado por 27 anos pelo governo do apartheid na África do Sul antes de chegar à Presidência na primeira eleição democrática no país, em 1994.
Denis Sassou Nguesso é mais um daqueles dirigentes Africanos intelectualmente diminuidos que deixam morrer os seus povos na miséria enquanto eles compram casas e mansões na Europa.    Ele nem teve a honestidade de pedir desculpas à Nelson Mandela depois de falsificado a sua assinatura, um cara de pau... mentiroso! Pensou que seria tão simples como as eleições que organiza no Congo onde ele engana todo mundo com uma falsa democracia.






Isaias Afewerki da ERITRÉIA


Eritréia foi o país africano que mais prendeu jornalistas desde setembro de 2001, quando o governo tornou proscrita toda a imprensa privada e prendeu jornalistas independentes. Atualmente, dezoito jornalistas estão encarcerados em prisões secretas do pequeno país do Mar Vermelho. Membro ativo da coalizão que apoiou a invasão norte-americana ao Iraque, o presidente Isaías Afewerki acusa os jornalistas independentes de terem vínculos com terroristas, espionarem e “colocar em perigo a unidade nacional”. As autoridades continuam insistindo que a imprensa privada também trabalha sem a devida permissão, e que os jornalistas independentes freqüentemente escapam do serviço militar obrigatório.

 O partido do governo exerce um férreo controle sobre a impressa de estado, cujos funcionários enfrentam a censura e praticam a autocensura. Afewerki não se impressionou com as contínuas denúncias internacionais do balanço de seu governo em matéria de direitos humanos e insiste em desqualificar seus críticos no exterior e catalogá-los como inimigos da Eritréia.




2 comentários:

  1. Sempre a envergonharem os africanos esses ditadores

    ResponderExcluir
  2. Vamos correr com esses gatunos e analfabetos que não querem deixar o poder ao povo!

    ResponderExcluir