| O Embaixador de Angola em França |
Venho aqui denunciar uma situação que parece normal para muitos, mas que muito me preocupa.
O embaixador angolano em França, O Senhor Ntandu Namputu Miguel Da Costa, anunciou em Abril de 2011, a nomeação do novo cônsul-geral de Angola em França, o conselheiro Manuel António (Soviético).
Este senhor Manuel António (mais conhecido como "Soviético") foi até em princípios de 2011 o 1° secretário do comité MPLA França, Um individuo sem qualquer habilidades para exercer a diplomacia, mas além do facto de sermos muitos a considerar o tal "Soviético" como incompetente, o mais grave é que ele sempre apresentou-se como membro do MPLA.
Não podemos ser representados por um individuo parcial, que sempre mostrou um grande desprezo por todos aqueles que não partilhem as ideias e o programa do MPLA.
Um verdadeiro agente do SIE.
Este senhor foi varias vezes citado pelas autoridades Francesas de imigração como sendo um informador do OFPRA (Gabinete francês de Protecção dos Refugiados e Apátridas). Diz-se também que ele é um dos homens que teriam denunciado Rodrigues Mingas da FLEC-PM.
Manuel António conhece quase todos os angolanos residentes em França, utiliza os arquivos da Embaixada para localizar os angolanos titulares de cartão consular. Antes como simples conselheiro, tinha mais influencia que o antigo cônsul geral, que ele combateu até obter a sua exoneração.
Enquanto que em Angola há fome e salários em atraso, aqui gasta-se muito dinheiro em banquetes e galas organizados pelo "comité piloto do MPLA" que é a Embaixada de Angola em França, um "Escândalo".
Dr Cláudio Pinnock
Paris 1/08/2011

Temos que lutar contra todas as formas de concentração do poder, Corrupção e tudo que não nos dignifica.
ResponderExcluirO mais relevante para mim é o facto de continuarmos a ser postos perante evidencias demonstrativas de não se estar a promover a separação entre as instituições do Estado e o partido no poder, isto depois de cerca de 21 anos de transição para o pluripartidarismo e a democracia que com a entra em vigor Lei Constitucional no inicio da década de 90 se pôs fim ao partido-estado do MPLA inaugurado com a proclamação da independência do em 1975.
ResponderExcluirSão bastantes as evidências de que continua a não haver uma separação clara e efectiva entre o MPLA e o Estado, o que aliás é facilmente demonstrável.
Não acredito que uma separação de facto alé de de jure entre o MPLA e o Estado de Angola seja possível enquanto o MPLA continuar no poder.
Inclusive é nessa falha da governação de JES/MPLA que reside uma das maiores razões para que nos engajemos todos na promoção da primeira alternância da posse do poder em Angola.
Só com a saída do MPLA do poder se poderá produzir uma rotura real e definitiva entre o MPLA e o Estado que permita o estabelecimento da garantia de que essa situação não voltará a ser reproduzida por nenhum partido político que depois de eleito forme Governo.
Mano para so de denunciar esses camaradas, eles são capazes de matar
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