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| O Activista para os Direitos Humanos, Luiz Araújo |
UNIDADE NA DIVERSIDADE É ESSENCIAL E URGENTE SER CONSEGUIDA. LUTA EM ANGOLA E NA ARENA INTERNACIONAL CONTRA OS CÚMPLICES DA DITADURA DE JES/MPLA - EXIGE DIGNIDADE COM DIGNIDADE
As pessoas que servindo-se dalguma forma de pensamento retrógrado alcançam liderança numa sociedade oprimida, acabam sempre por ser percebidas pela sociedade que ludibriaram como os vigaristas políticos que são.
Depois da clarificação da percepção que deles tem a sociedade, por maior poder que alcancem, sejam lideres da situação ou da oposição, os vigaristas políticos acabam sempre por ser remetidos pela sociedade para a lixeira do desenvolvimento cultural político e económico.
O regime de JES/MPLA, pela condução do país a um apartheid endocolonialista no plano do pensamento geral da sociedade já está na lixeira. Falta o acto que concretizará esse pensamento. Tudo indica que não tardará muito...
Entretanto algumas lideranças da oposição estão a restaurar pensamento retrógrado à pala do conseguimento, num primeiro momento, de apoio da sociedade a tudo o que seja contra o regime de JES/MPLA. Certamente a ele se juntarão na lixeira da história.
A galeria angolana de vigaristas políticos já é imensa, talvez a maior de todas as galerias das lideranças políticas da nossa sociedade.
O olhar atento ao universo de protagonistas políticos já identifica bastantes candidatos, "inteligentes", a esse lugar comum do político, revelando-nos que essa galeria continuará a ser a que mais vai crescer.
A mudança nunca será realizada por quem não se constrói primeiro libertando-se de pensamentos e posturas que nalguma forma e medida determinantes estão na origem do estado da sociedade que queremos mudar modernizando-a para se operar no sentido da realização do bem estar de todas e todos.
Quero acreditar que a maioria dos que hoje reproduzem posturas que no passado inviabilizaram a unidade para a libertação na luta contra o colonialismo se superarão e caminharemos juntos contra a ditadura e pelo desenvolvimento da nossa nação.
Juntemos-os todos à EXIGÊNCIA DE DIGNIDADE
Os que nalguma medida e dalguma forma contrariem a realização dessa necessidade, mesmo que tenham sucesso agora, serão sempre os mais conscientes de que a prazo ocuparão um lugar merecido na galeria dos que aparentando agir pelo progresso da nação de facto viciaram o desenvolvimento da nação em todos aspectos e sentidos. E disso temos os registos de experiências bastantes, como a de Agostinho Neto, o poeta libertador que se revelou o ditador que o estruturava há muito antes de ter o poder, assim como do seu sucessor, e não só...
Temos a obrigação de subsidiar o fim dessa sina.
Sobre essa matéria só cada uma e cada um pode fazer a escolha do caminho que quer seguir. Aos outros apenas resta observar, perceber e aconselhar ainda que isso não seja tido em consideração. Restará sempre também a possibilidade de avaliar à posterior a escolhas feitas por cada um de nós e as respectivas incidências, associando-se ou rebelando-se contra elas. A passividade mesmo que também seja uma possibilidade não se transpõe em neutralidade, essa sim é uma impossibilidade.
Reflexão sobre o poder pessoal e a ambição da liderança
1. Não quero ser lider de nada nem de ninguém. Isto que fique bem entendido. Essa postura resulta do facto de ter a consciência de que não seria um gestor competente de nada, por isso não viso nem liderar nem governar ninguém como meta.
2. Basta-me subsidiar como puder e souber a acção por uma Angola feita terra de bem estar para todas e todos.
3. É por essa razão que me pronuncio pela UNIDADE NA DIVERSIDADE que consubstancia a nação angolana.
4. Desejo e espero poder servir acções que engendrem e ou potencializem as contribuições de todas e todos que lutam pelo respeito pelos direitos humanos, por um verdadeiro estado de direito e uma democracia verdadeira, sejam elas acções de partidos políticos, de simples cidadãos e ou de associações de cidadãos formais e ou informais.
5. Portanto - permanece a abertura para o debate franco para a concepção e realização de acções para a UNIDADE NA DIVERSIDADE, fundada em princípios de igualdade de direitos de todas e todos os angolanos, sejam quais forem as suas origens, cultura, orientação religiosa ou pertença partidária, desde que essas inserções pessoais não promovam qualquer forma de exclusão.


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