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16 de nov. de 2011

O filho do ex-presidente da Costa de Marfim alega ser francês para escapar à justiça!



Ele é o filho mais velho do ex-presidente Laurent Gbagbo e sua primeira esposa Jacqueline Chamois (francesa). Ele possui a nacionalidade francesa e Ivoirense.
Foi presidente da Associação Ivoirense para a Amizade entre os Povos (AIAP).
Ele é professor de psicologia na Faculdade de Criminologia da Universidade de Cocody (Abidjan) e Director de Comunicação, Formação e Sensibilização do Comitê Gestor Nacional da reafectação de administração (CNPRA).
Trabalhou com o seu pai como conselheiro para os assuntos sociais. Michel Gbagbo foi um dos empresários mais ricos da Costa de Marfim, aproveitou do sistema de corrupção criado pelo pai para enriquecer e chegou a fazer parte da lista dos 10 jovens empresários mais prósperos do continente (lista que tem um certo José Filomeno de Sousa dos Santos como o número 3 depois de Teodoro Nguema Obiang). Tem uma fortuna pessoal avaliada em mais de 500 Milhões de Euros em bancos franceses e Suíços.


Em 11 de Abril de 2011, após dez dias de combates em Abidjan, Michel Gbagbo foi preso no palácio presidencial em Abidjan, com o seu pai, a esposa deste último, Simone Gbagbo,  a sua esposa e filhos e os membros a família do seu pai e parentes, pelas forças de Alassane Ouattara, apoiados pelas forças francesas da Operation Licorne e pelas forças da UNOCI.




Escapará da justiça por ser "Francês"? 

O filho do ex-Presidente ivoiriense Laurent Gbagbo, de seu nome Michel Koudou Gbagbo, decidiu apresentar uma queixa em França através dos seus advogados contra o primeiro-ministro de Ouattara, Guillaume Soro, e dez comzones antigos ex-rebelde das Forças Novas . Ele está detido em Bouna, onde aguarda julgamento por "conspiração contra a autoridade do Estado", entre outras acusações.


O advogados de Michael Gbagbo, apresentou uma queixa no 14 de Novembro diante do Ministério Público do tribunal de "Grande instance de Bobigny", próximo de Paris (França). disse que eles acusam Guillaume Soro, Primeiro Ministro da Costa do Marfim e os dez comandantes de zona (comzones) da ex-rebelião, de sequestro e tratamento degradante do seu cliente. Existe um acordo entre a França e a Costa do Marfim que permite aos franceses culpados de crimes no estrangeiro, de regressarem cumprir a pena em França. 

Nesta noticia o que mais me escandaliza é o facto de ele querer escapar das suas responsabilidades.
Então o senhor rouba como africano, mata como africano e quando está na "merda" (passem-me a expressão) reivindica ser francês? Espero que a queixa será arquivada e que os crimes cometidos contra o povo Ivoirense sejam condenados. Que haja um julgamento para servir de exemplo aos outros.


Michel Gbagbo como conselheiro do seu pai ordenou vários assassinatos e execuções de muitos jovens da oposição, ele que dirigia os "Jovens Patriotas" juntamente com o seu amigo de longa data Charles Blé Goudé.
Ele foi identificado por muitos dos Jovens Patriotas como sendo o financeiro do "bando" de assassinos que mataram, violaram e mutilaram mais de 1500 pessoas de Dezembro de 2010 até Abril de 2011.

Os crimes cometidos por esses jovens assassinos são horríveis, deixo-vos algumas imagens desses crimes.
Espero que cada um terá a sua opinião sobre o caso, mas na minha humilde opinião ele deve ser julgado em África  pelo mesmo povo que ele humilhou, matou e que agora por cobardia quer fugir.  

IMAGENS CHOCANTES DOS JOVENS PATRIOTAS: 







Esses crimes têm que cessar, ninguém tem o direito de tirar a vida do outro por este não partilhar as suas ideias, as nossas diferenças não devem por razão nenhuma nos levar aos extremos.

Os direitos humanos são os direitos e liberdades básicos de todos os seres humanos. Normalmente o conceito de direitos humanos tem a ideia também de liberdade de pensamento e de expressão, e a igualdade perante a lei.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas afirma:
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

CPP  Paris 16/11/2011 

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